Mandato Delegado Da Cunha: Resultados Reais
A segurança pública não se faz com curtidas, mas com leis severas e trabalho técnico.
Servir e Proteger: Compromisso com o Povo
Minha trajetória começou nas ruas, combatendo o crime e protegendo o cidadão. No Congresso, meu mandato é uma continuação dessa missão. Eu não represento uma ideologia radical que busca o conflito por likes; eu represento o pai de família, o comerciante, o policial e o vigilante que querem ordem e segurança. Fui eleito para ser um especialista em segurança pública no Legislativo, entregando resultados práticos que salvam vidas.
📊 A Realidade das Votações
Cerca de 60% das votações no Plenário são temas de consenso: ajuda humanitária (como o auxílio ao RS), verbas emergenciais para saúde e acordos técnicos. Votar “Não” apenas para ser oposição seria sabotar o povo brasileiro. Minha oposição é firme onde o Brasil corre risco: na proteção ao criminoso e na perda de liberdades.
🤝 Desenvoltura Política
Para aprovar leis que endurecem penas, é preciso desenvoltura política. O isolamento não gera leis; gera apenas barulho digital. Eu dialogo com todos os blocos para convencer meus pares de que a segurança pública é urgente. É assim que um especialista trabalha: com estratégia para vencer o crime no papel e na rua.
🏆 Conquista Histórica: Lei nº 15.397/2026
Aprovar uma lei federal no primeiro mandato é um feito raro na política brasileira. A maioria dos parlamentares leva décadas para ver um projeto sancionado. A aprovação da Lei 15.397/2026 em tempo recorde demonstra a capacidade técnica e a força de articulação do Delegado Da Cunha em prol da segurança dos brasileiros.
- Celular e furto eletrônico: Acabou o “acordo” que liberava o criminoso na delegacia.
- Conta laranja e golpes (PIX, estelionato): Criado o crime específico para quem empresta conta bancária.
- Proteção ao patrimônio (pets e produtores rurais): Pena sobe significativamente para furto de animais.
- Fios, cabos, internet e energia: Punição muito maior para quem deixa a cidade no escuro.
- Latrocínio e rigor máximo: Elevação do tempo mínimo de prisão e dificuldade de benefícios.
- Armas, munições e explosivos: Tratado como ameaça direta ao Estado com penas altas.
- Receptação e calamidade pública: Punição ainda mais dura em casos de desastres ou crises.
Tolerância Zero para Roubo e Furto
Aumento drástico das penas para crimes patrimoniais e receptação. Fim da impunidade para roubo de celulares.
Pena do Roubo 2.0
Elevação da pena de roubo violento para até 40 anos para combater a reincidência criminal.
Pena Máxima para Atentado contra Agentes
Endurecimento contra crimes contra a vida de policiais, GCMs e autoridades públicas.
Marco Legal Anti-Facção
Punições severas para delitos de domínio territorial e ultraviolência faccionada nas periferias.
Vigilante: Atividade de Risco
Reconhecimento do risco para garantir porte de arma no trajeto e equipamentos. Autoria: Rosângela Reis.
Proteção para Aposentados da Segurança
Garante segurança pessoal e porte de arma para agentes e vigilantes mesmo após a reserva.
Direito ao Porte e Acautelamento
Assegura o porte de arma para profissionais da reserva das forças de segurança pública.
A PEC das GCMs
Transformação das Guardas em Polícias Municipais, garantindo status policial e autonomia plena.
Autonomia para Criação de GCMs
Garante autonomia para municípios estruturarem suas forças de segurança sem travas federais.
Modernização das Guardas
Garante recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para equipamentos e tecnologia para as GCMs.
Cadastro Nacional de Facções
Integração das polícias para monitoramento unificado de facções e milícias em todo o país.
Aumento da Pena de Receptação
Novos tipos penais para punir severamente quem sustenta o mercado ilegal do crime.
Execução Penal e Inteligência
Integração obrigatória de dados entre órgãos de segurança e o sistema penitenciário nacional.